-
ALVES-MARIA_MulheresLutaQueixadas_2011 “Esta dissertação ... é resultado da pesquisa realizada na região de Perus, periferia da cidade de São Paulo, sobre a greve dos operários da Fábrica de Cimento. O objetivo foi mostrar a participação das mulheres neste movimento. As mulheres citadas no trabalho não são operárias nem feministas, são donas de casa e esposas que viveram as conseqüências da greve de 07 anos promovida por seus maridos. Em muitos casos, elas foram como que obrigadas a assumir a responsabilidade da família e, ao mesmo tempo, participar dos piquetes e de outros eventos em favor do movimento operário. Pode-se dizer, inclusive, que terminada a greve a luta continuou nas reivindicações de caráter ecológico, em defesa ao meio ambiente (contra a poluição atmosférica promovida pela fábrica ao lançar o pó de cimento diretamente na atmosfera). Ao abordar este tema, o objetivo é dar visibilidade à atuação destas senhoras e contribuir com uma visão com relação às mulheres que ultrapasse os lugares-comuns atribuídos a elas, com uma concepção de natureza frágil, escondendo sua capacidade de organização e luta a qual se revelou em Perus quando a vida da família foi ameaçada. A pesquisa com as mulheres utilizou diversos instrumentos de coleta de dados: entrevistas, grupo focal, documentos históricos e relatos.” Mestrado em Ciência da Religião, possui transcrição de entrevistas com mulheres de Queixadas.Baixar
Mulheres em luta: uma outra história do Movimento “Queixadas” de Perus
Miniatura

Classificação
Código de Referência
CMQ REF 00008
Autor
Alves, Maria Madalena Ferreira
Datas-limite
01/01/2011 | 31/12/2011
Data Atribuída
Não
Gênero Documental
Dimensões
119 fls. | 4MB
Original ou Cópia
Cópia digital
Suporte/Tipo do arquivo digital
Descrição
“Esta dissertação ... é resultado da pesquisa realizada na região de Perus, periferia da cidade de São Paulo, sobre a greve dos operários da Fábrica de Cimento. O objetivo foi mostrar a participação das mulheres neste movimento. As mulheres citadas no trabalho não são operárias nem feministas, são donas de casa e esposas que viveram as conseqüências da greve de 07 anos promovida por seus maridos. Em muitos casos, elas foram como que obrigadas a assumir a responsabilidade da família e, ao mesmo tempo, participar dos piquetes e de outros eventos em favor do movimento operário. Pode-se dizer, inclusive, que terminada a greve a luta continuou nas reivindicações de caráter ecológico, em defesa ao meio ambiente (contra a poluição atmosférica promovida pela fábrica ao lançar o pó de cimento diretamente na atmosfera). Ao abordar este tema, o objetivo é dar visibilidade à atuação destas senhoras e contribuir com uma visão com relação às mulheres que ultrapasse os lugares-comuns atribuídos a elas, com uma concepção de natureza frágil, escondendo sua capacidade de organização e luta a qual se revelou em Perus quando a vida da família foi ameaçada. A pesquisa com as mulheres utilizou diversos instrumentos de coleta de dados: entrevistas, grupo focal, documentos históricos e relatos.” Mestrado em Ciência da Religião, possui transcrição de entrevistas com mulheres de Queixadas.
Entidade Produtora
Pontifícia Universidade Católica PUC-SP
Local de Produção
São Paulo – SP
Espécie ou Tipo Documental
Entidades Coletivas Relacionadas
Companhia Brasileira de Cimento Portland Perus | Movimento dos Queixadas
Entidades Individuais Relacionadas
Abdalla, José João | Rocha, Ezenilda Pereira | Souza, Apparecida Pereira de | Velsic, Maria
Eventos Relacionados
Assuntos Relacionados
Movimento operário > Greve | Religião > Igreja Católica | Movimento social | Mulheres | Movimento operário > Queixadas
Forma de Incorporação
Proveniência (P) ou Custódia do Original (C)
Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD)
