João Pedrozo
Datas-limite
29/02/1928 - 05/09/1994
Local de origem
Extrema - MG
Sobre
Nasceu na cidade de Extrema, em Minas Gerais, em 29 de fevereiro de 1928. Em 1962, ano em que foi iniciada a Greve de 7 anos, João já trabalhava há 21 anos na Fábrica de Cimento Portland Perus.
João era marceneiro modelador na carpintaria e o tempo de serviço o colocou entre os trabalhadores estáveis - com mais de 10 anos de empresa -, que foram indenizados em 1975, quando receberam todos os salários atrasados.
Durante a greve, sem gerar renda, João - que era casado com Isaltina Leme Pedrozo - tirou uma nova Carteira de Trabalho para conseguir outro emprego. Essa era uma prática bastante comum entre os Queixadas, já que com a Carteira com registro da Fábrica (e com o status de grevista) seria muito difícil arrumar um trabalho.
Depois de tirar uma nova Carteira de Trabalho, João Pedrozo arrumou emprego no centro da cidade, na Sociedade Esportiva Palmeiras. Após o término da greve, ele voltou a trabalhar na Fábrica de Cimento, onde se aposentou.
Pedrozo participou ativamente do Sindicato dos Queixadas, mesmo depois de aposentado. Assim como tantos Queixadas, ele sonhava com o tombamento e com o uso público da Fábrica.
Referências utilizadas no texto "Sobre"
Adriana Terra. Entrevista com Aparecida Pedroso Barbi, 22/03/2022. Acervo do CMQ
Nome utilizado nos documentos do CMQ
Pedrozo, João
Documentos de Coleções e Fundos
Entidades Coletivas Relacionadas
Associação dos Aposentados de Perus | Companhia Brasileira de Cimento Portland Perus | Sindicato dos Trabalhadores na Industria do Cimento, Cal e Gesso de São Paulo
Entidades Individuais Relacionadas
Eventos Relacionados
Assuntos Relacionados
Movimento operário > Greve > Indenização | Movimento operário > Queixadas | Movimento operário > Sindicalismo | Trabalho
Autor(es) e Data de Produção/Atualização
Autor(a)/Revisora
Sheila Moreira
Data de Produção/Revisão
09/05/2022
Autor(a)/Revisora
Rosa Gomes
Data de Produção/Revisão
11/05/2022
