Olaria Pimentel Eleutério
Datas-limite
s.d.
Local de origem
S.i.
Sobre
"Para dona Olaria, a maior dificuldade durante a Greve de 7 Anos foi a fome. Mãe de três crianças pequenas, ela não tinha como alimentar os seus filhos.
Por isso, como tantas outras mulheres companheiras de Queixadas, passou a costurar para prover o sustento da sua família.
Participou de piquetes e da greve de fome - medida não violenta de resistência dos Queixadas - na frente da residência oficial do governador Carvalho Pinto.
Seu marido, Pedro Nunes Eleutério, aconselhado pelo doutor Mário Carvalho de Jesus, tirou uma nova Carteira de Trabalho para conseguir arrumar outro emprego, possibilitando que fosse trabalhar na Santa Marina. Tempos depois, voltou para a Fábrica de Cimento para se aposentar.
Referências utilizadas no texto "Sobre"
Maria Madalena Ferreira Alves. Mulheres em luta: uma outra história do Movimento "Queixadas" de Perus. Orientadora: Maria José Fontelas Rosado Nunes. 2011. 119 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Religião) - Pontífica Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2011 | "A Lição dos Queixadas", artigo da Rede Brasil Atual, 13/11/2012.
Nome utilizado nos documentos do CMQ
Eleutério, Olaria Pimentel
Outras formas de nome para este mesmo verbete
Eulália Pimental Eleutério | Dona Eulália
Documentos de Coleções e Fundos
Entidades Coletivas Relacionadas
Entidades Individuais Relacionadas
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Assuntos Relacionados
Autor(es) e Data de Produção/Atualização
Autor(a)/Revisora
Sheila Moreira
Data de Produção/Revisão
09/05/0202
Autor(a)/Revisora
Rosa Gomes
Data de Produção/Revisão
11/05/2022
